#Reflexão: E a tal da felicidade?

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E a tal da felicidade?

A Psicanálise, desde seus primórdios, já identificava o ser humano como “um ser eternamente desejante”. E é isso mesmo! Nós somos, desde nosso nascimento, aqueles que iremos buscar por todo o sempre um “algo”, o qual jamais saberemos o que é.

Mas, como necessidade básica da nossa raça, precisamos nomear tudo, pois dar nome faz baixar a nossa angústia. E por isso mesmo, através da nossa linguagem criamos uma palavra que talvez seja a que mais defina, na maior proximidade possível, este “algo” que incessantemente buscamos: é a palavra FELICIDADE.

Mas o que é essa tal de felicidade?

Difiícil definí-la, visto que na verdade é um conceito individual, singular, assim como nossa própria existência. Somos todos, sem exceção, seres singulares. Todos temos nossas particularidades. Cada um carrega sua própria história e a construção desta história é única, cada um de nós enxerga o mundo através de um viés muito particular.

Porém, somos também seres sociais. O que significa isto? Vivemos sob leis e normas de comportamentos. Uma sociedade só é possível ser considerada como tal, se seus membros aceitam viver sob estas mesmas leis e normas. Toda sociedade é, por excelência, coercitiva neste aspecto, pois em prol dessa coexistência digamos, “pacífica”, deixamos quase sempre de lado a singularidade, a particularidade de nossa própria existência. Deixamos nosso próprios desejos e conceitos de lado para podermos ter uma vida social. Não podemos ser, na grande maioria do tempo, aquilo que realmente somos. Talvez seja esta a grande resposta para tantas desordens psíquicas que acometem os seres humanos.

Bom, e o que tem a ver essas questões com a tal da felicidade?

O problema é que vivemos hoje, a cada dia mais, uma pressão para que neguemos mais e mais as nossas particularidades, os nossos próprios sonhos, os nossos desejos para podermos viver “em paz” (sem julgamentos) a nossa vida social.

Outro dia li um texto muito interessante do também psicanalista C. Calligaris em que ele diz algo como “hoje vivemos a imposição de um conceito de felicidade” e se não nos enquadrarmos nele não temos o direito de nos considerarmos felizes… Este conceito impositivo reza que para alguém ser feliz hoje precisa estar num bom emprego, com um bom salário, morar numa boa casa, ter uma boa poupança, fazer uma boa viagem (se possível ao exterior) pelo menos uma vez ao ano, ter um carro novo, estar numa relação estável, dentre outras “normas”!

Ora, se somos seres singulares, também singular é o conceito de felicidade que cada um carrega por conta de sua própria história! Por mais que sejamos seres sociais, há que se dar um basta em tanta imposição de regras.

No fim das contas fico então pensando no que é mais importante para se sentir verdadeiramente feliz: seguir um conceito geral de felicidade, imposto, com o objetivo de ser “aceito” ou seguir a sua própria história, o seu próprio EU e ser feliz de acordo com sua própria história?

Para mim não há dúvidas: o que importa é descobrir o que te faz feliz, construindo assim um conceito verdadeiro de felicidade para poder, finalmente, vivê-la de forma real.

Ser feliz é, no fim das contas, um estado de espírito. Portanto, busque o que te faz feliz e viva essa tal da felicidade. Ela existe!

Texto escrito por Alexandre B. Fonseca, Psicólogo Clínico, Psicanalista há 18 anos e Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Instituto Albert Einstein/SP.

Contatos: Consultório: (31)4141-7011 / Celular: (31)9212-9398

Yeezy Boots é eleito o sapato do ano

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Kanye West tem motivos de sobra para comemorar. Tudo porque a sua colaboração com a Adidas, lhe rendeu o prêmio de sapato do ano. O prêmio dado pela Footwear News, conhecido também como o Oscar dos sapatos, levou em consideração desde que o rapper apareceu com o modelo Yeezy Boots, pela primeira vez, onde o tênis foi o mais noticiado do ano, o mais buscado e bateu recordes de vendas, fazendo o site da marca cair.

Saiba mais: TÊNIS CRIADO POR KANYE WEST E ADIDAS ESGOTA EM 15 MINUTOS

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Vale lembrar que grandes nomes da indústria como, Christian Louboutin e Manolo Blahnik, também já foram agraciados com o prêmio.

CNS lança seu verão 2016

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Com o pensamento em unir moda e conforto, a CNS apresenta seu verão 2016 e traz diversas opções de calçados, desde os casuais aos sofisticados.  A cartela de cores fica por conta do azul, laranja, vermelho e amarelo, que podemos ver em modelos como mocassins, sapatênis, docksiders e sandálias.

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Ápice: o delírio da coleção fica por conta das sandálias, que na temporada vem se destacando e é a nova aposta dos meninos em uma sinergia de estilo e bem-estar. O legal também, é que a coleção da marca lhe permite ousar e usar, de maneira que, calça jeans, shorts, bermudão, camisetas ou batas, entre em sintonia com o frescor da estação e os modelos do seu verão.

Os preços vão de R$ 198,00 a R$ 439,00.

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Quer ver mais? Acesse o site da marca.